Escrito por: Leonardo Bernini, General Manager, Brazil, ARQ Finance
Principais lições deste artigo
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O custo efetivo total (CET) é o principal fator que determina quanto você realmente paga ao usar um cartão global em viagens internacionais.
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Bancos tradicionais e fintechs como a Nomad e a Wise cobram entre 4,3% e 10% de CET, enquanto o ARQ cobra 0,5% na conversão.5
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Em viagens de US$ 3.000 a US$ 5.000, a diferença entre pagar 8% e 0,5% representa economia de centenas de dólares por viagem.5
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Além do CET mais baixo, o ARQ oferece suporte a USDc e EURc, rendimento em dólares digitais e cadastro em menos de 2 minutos com documentos brasileiros.
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Para quem viaja com frequência ou gasta em dólar ou euro, escolher uma solução com menor custo efetivo total gera economia relevante no dia a dia. Abra sua conta do ARQ e reduza o custo das suas despesas em moeda estrangeira.5
1. Introdução e contexto estratégico
Os brasileiros gastaram US$ 21,7 bilhões em viagens internacionais em 2025, o maior volume desde 2014, com alta de 10,4% em relação a 2024. O ritmo se manteve em 2026: no primeiro trimestre de 2026, os gastos no exterior atingiram US$ 6,04 bilhões, o maior valor para o período desde o início da série histórica em 1995, segundo o Banco Central do Brasil, com alta de 21,9% sobre o mesmo período de 2025.
Esse crescimento ocorre em paralelo a uma mudança estrutural. O real perdeu aproximadamente 70% do valor frente ao dólar na última década, cotação que também é refletida em ativos virtuais lastreados na moeda, como o dólar digital (USDc), e o número de brasileiros declarando ativos no exterior mais que triplicou entre 2018 e 2023, passando de 263.500 para 861.100 declarações, segundo a Receita Federal. Viajar ao exterior deixou de ser um evento isolado para parte das classes A, B1 e B2 e se tornou um hábito recorrente que exige planejamento financeiro.
O custo efetivo total da conversão é o ponto que mais pesa no bolso. Bancos tradicionais cobram entre 7% e 10% nessa operação. Fintechs como a Nomad e a Wise ficam na faixa de 4,3% a 5,5%. Para quem viaja com frequência ou movimenta valores mais altos, essa diferença representa centenas ou milhares de reais por ano.
Planejar o câmbio em 2026 significa entender o que compõe esse custo e escolher a solução que reduz esse percentual.
Abra sua conta do ARQ e converta reais em USDc ou EURc com custo efetivo total de 0,5% na conversão.
2. Visão geral: o que é custo efetivo total
O custo efetivo total (CET) de uma operação com cartão internacional soma três elementos principais: o câmbio aplicado na conversão, o spread cambial cobrado sobre o câmbio comercial e os impostos incidentes sobre a operação.
Cartões de crédito de bancos tradicionais brasileiros chegam a cobrar spreads de até 7% sobre o câmbio comercial. Somados aos demais custos, o CET pode ultrapassar 10%. Cartões globais de fintechs adicionam menos de 1% ao câmbio comercial, mas ainda incluem outros custos que elevam o CET final para a faixa de 4% a 5,5%.
No ARQ, o custo efetivo total é de 0,5% na conversão de reais para ativos virtuais (USDc e EURc). A pessoa usuária deposita reais via Pix, converte para USDc ou EURc e passa a gastar com o saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira pelo cartão global Mastercard, sem IOF ou spread oculto nas compras. O app do ARQ exibe o custo total da operação antes da confirmação.

3. Panorama de mercado em julho de 2026
Esse modelo de transparência no custo efetivo total ganha relevância quando se observa o volume crescente de gastos internacionais. Esse crescimento mencionado no trimestre se refletiu em março de 2026, quando os brasileiros gastaram aproximadamente US$ 2 bilhões no exterior, alta de 28% sobre março de 2025, segundo o Banco Central do Brasil. O saldo líquido de despesas com viagens internacionais cresceu 68,3% no mesmo período.
Esse volume maior de gastos ocorre em um ambiente regulatório mais estável. As alíquotas de impostos sobre operações internacionais com cartão foram ajustadas ao longo de 2024 e 2025 e hoje incidem de forma mais uniforme sobre as principais formas de pagamento no exterior. Com isso, o spread cobrado por cada provedor e a previsibilidade do câmbio se tornaram o principal fator de diferença no custo efetivo total entre as opções disponíveis.
O mercado brasileiro reúne hoje bancos tradicionais, contas globais como a Nomad, a C6, a Avenue e a Inter, plataformas de pagamento como a Wise e soluções como o ARQ, que opera com ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira. A diferença de custo entre essas categorias é expressiva e pouco divulgada.
4. Perfis de uso: quem precisa de um cartão global
O viajante frequente é o perfil mais impactado pelo custo efetivo total. Cada compra no exterior, como hotel, restaurante, transporte e compras em geral, passa pelo câmbio aplicado pelo emissor do cartão. Em uma viagem de 10 dias com US$ 3.000 em gastos, a diferença entre um CET de 8% e um de 0,5% representa mais de US$ 225 pagos a mais.
Outros perfis relevantes incluem compradores de assinaturas em dólar, como ferramentas digitais e serviços de streaming, freelancers que recebem em USDc ou EURc e investidores que convertem reais para diversificar o patrimônio.2 Em todos esses casos, o custo efetivo total da conversão é o principal critério de escolha, e não o design do app ou o limite do cartão.
5. Critérios para escolher um cartão global
O critério mais importante ao comparar cartões globais é o custo efetivo total da conversão, que mostra quanto você realmente paga ao transformar reais em moeda estrangeira. O custo sozinho, porém, não resolve tudo. Você também precisa de transparência sobre a taxa aplicada antes de cada compra para evitar surpresas.
Alguns recursos aumentam a flexibilidade e o retorno sobre o saldo. Suporte a múltiplas moedas, como USDc e EURc, permite escolher a moeda mais adequada para cada destino. Rendimento sobre o saldo mantido na conta transforma dinheiro parado em retorno potencial. A disponibilidade de cartão virtual para uso imediato facilita o início do uso sem esperar o cartão físico.

Critérios secundários incluem cashback sobre gastos, saques em caixas eletrônicos no exterior, custo do cartão físico e eventuais planos de assinatura. A maioria dos viajantes das classes A, B1 e B2 prioriza a economia real no câmbio, que é o ponto em que a diferença entre provedores se torna mais clara.
6. Estrutura de custos: tabela comparativa de julho de 2026
A tabela abaixo compara o custo efetivo total de conversão de reais para moeda estrangeira entre as principais opções disponíveis para brasileiros em julho de 2026.5 A leitura dos números mostra a diferença de custo entre o ARQ e as demais plataformas.
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Provedor |
CET de conversão5 |
Suporte a EURc ou EUR |
Rendimento em conta remunerada internacional3 |
|---|---|---|---|
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ARQ |
0,5% |
EURc (sim) |
Rendimento em USDc em planos com conta remunerada |
|
Wise |
4,3–5,0% |
EUR (sim) |
Sim, USD pelo Rende+ |
|
Nomad |
4,5–5,5% |
Não |
Não |
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C6 Global |
4,25–4,4% |
EUR (sim) |
Não |
Dados pesquisados em julho de 2026 nos sites oficiais dos provedores.
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Provedor |
CET de conversão5 |
Suporte a EURc ou EUR |
Rendimento em conta remunerada internacional3 |
|---|---|---|---|
|
Avenue |
4,0–5,45% |
EUR (sim) |
Não |
|
Inter |
4,3–4,5% |
EUR (sim) |
Não |
|
Bancos tradicionais |
7–10% |
Variável |
Não |
Dados pesquisados em julho de 2026 nos sites oficiais dos provedores.
É melhor Nomad ou Wise? As duas plataformas têm custos efetivos totais semelhantes para conversão. A Nomad cobra entre 4,5% e 5,5%, e a Wise entre 4,3% e 5,0%. A Wise aceita euros, enquanto a Nomad opera apenas em dólar. A Wise oferece rendimento sobre saldo em USD pelo produto Rende+. A Nomad não oferece conta remunerada internacional. Para quem prioriza o menor custo efetivo total, o ARQ, com 0,5% de CET na conversão, apresenta custo menor que o das duas.5
Qual a desvantagem da Nomad? O custo efetivo total de conversão da Nomad, entre 4,5% e 5,5%, é significativamente maior que o do ARQ.5 Além disso, a Nomad não aceita euros e opera exclusivamente em dólar. A plataforma não oferece conta remunerada internacional. Para viajantes que frequentam destinos europeus ou que buscam rendimento sobre o saldo, essas limitações pesam na escolha.
Qual o melhor cartão para viagem internacional? O critério principal é o custo efetivo total. Com 0,5% de CET na conversão5, cartão global Mastercard sem IOF1, suporte a USDc e EURc e conta remunerada em dólares digitais em planos específicos3, o ARQ apresenta o menor custo efetivo total entre as opções comparadas nesta lista.
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7. Passo a passo: como abrir conta, converter e usar o cartão global
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Baixar o app do ARQ e iniciar o cadastro. O processo leva menos de 2 minutos e exige apenas RG, CNH, RNM ou passaporte e uma selfie. Não é necessário ter endereço nos EUA, SSN ou ITIN.
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Adicionar saldo em reais via Pix. O envio em reais é gratuito em todos os planos.
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Converter para USDc ou EURc com 0,5% de custo efetivo total. O app do ARQ exibe a taxa de conversão antes da confirmação.5
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Ativar o cartão virtual imediatamente após o cadastro. O cartão fica disponível no Apple Pay e no Google Pay para uso imediato, sem necessidade de aguardar o cartão físico.
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Gastar com o saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira pelo cartão global Mastercard, sem IOF ou spread oculto nas compras no exterior.
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Ativar o rendimento pela aba “render” no app do ARQ para que o saldo em USDc possa render enquanto não é utilizado, conforme o plano contratado.
8. FAQ
O que é custo efetivo total em um cartão para viagem internacional?
Custo efetivo total (CET) é a soma de todos os custos envolvidos na conversão e no uso de um cartão internacional. Esse valor inclui o spread cambial, que é a diferença entre o câmbio de mercado e o câmbio aplicado pelo provedor, os impostos sobre a operação e eventuais tarifas adicionais. Em bancos tradicionais, esse valor pode chegar a 10%. Em fintechs como a Nomad e a Wise, costuma ficar entre 4,3% e 5,5%. No ARQ, o CET é de 0,5% na conversão de reais para ativos virtuais (USDc e EURc), com cartão global sem IOF ou spread oculto nas compras.5
Qual a diferença entre a Nomad e a Wise para viagens?
As duas plataformas oferecem cartão internacional e conta em moeda estrangeira, mas com diferenças relevantes. A Wise aceita euros e oferece rendimento sobre saldo em USD pelo Rende+. A Nomad opera apenas em dólar e não oferece conta remunerada internacional. O custo efetivo total de conversão é semelhante, com a Wise entre 4,3% e 5,0% e a Nomad entre 4,5% e 5,5%. Para quem prioriza o menor custo de conversão, o ARQ, com 0,5% de CET na conversão, apresenta custo menor. Para quem precisa de euro, a Wise tem vantagem sobre a Nomad.5
O cartão global do ARQ funciona em qualquer país?
O cartão global Mastercard do ARQ funciona em qualquer estabelecimento que aceite Mastercard, no Brasil, no exterior e em compras online. O cartão virtual fica disponível imediatamente após o cadastro, via Apple Pay ou Google Pay. O cartão físico pode ser solicitado pelo app do ARQ e é enviado para endereços no Brasil. Ao gastar com o saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira, não há IOF ou spread oculto nas compras.1
O saldo no ARQ rende enquanto não é usado?
O saldo em USDc pode render a partir do momento em que é aplicado pela aba “render” no app do ARQ, com liquidez diária. O rendimento varia conforme o plano, com percentuais diferentes por modalidade. O saldo em reais também pode render, com percentuais atrelados ao CDI em cada plano. Rendimentos estão sujeitos a alterações e rentabilidade passada não representa resultado futuro.3,4

Quais documentos são necessários para abrir uma conta no ARQ?
O cadastro exige apenas RG, CNH, RNM ou passaporte e uma selfie. O processo leva menos de 2 minutos e a maioria das contas é aprovada de forma automática. Não é necessário endereço nos EUA, SSN ou ITIN. O ARQ exerce atividades reguladas pelo Banco Central do Brasil, por meio da Atlas Brasil.
9. Conclusão
Os gastos de brasileiros no exterior atingiram recordes históricos em 2025 e 2026. Nesse cenário, o custo efetivo total da conversão deixou de ser um detalhe técnico e se tornou um critério central de decisão financeira para viajantes das classes A, B1 e B2.
Como visto ao longo deste artigo, a diferença entre pagar 0,5% e pagar 8% de CET em uma viagem de US$ 5.000 é de US$ 375, valor suficiente para cobrir uma diária de hotel em Lisboa ou dois jantares em Miami. Em duas ou três viagens por ano, o impacto se torna ainda maior.5
O ARQ apresenta o menor custo efetivo total entre as opções comparadas nesta lista, com 0,5% na conversão, cartão global sem IOF, suporte a USDc e EURc, conta remunerada em dólares digitais em planos específicos e cadastro em menos de 2 minutos com documento brasileiro.1,2,3,4,5
O ARQ não é uma instituição financeira. O ARQ exerce atividades reguladas pelo Banco Central do Brasil, por meio da Atlas Brasil.
Comece a economizar em cada viagem com o cartão global do ARQ.1,5
O ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.
1 O cartão internacional é emitido por DolarApp S.A. de C.V., em contrato com a Mastercard.
2 A distribuição de valores mobiliários a investidores brasileiros é realizada pela Oslo Capital DTVM S.A., e em conformidade com a regulamentação aplicável. Os serviços da ARQ envolvem ativos virtuais. Mais informações em arqfinance.com.
3 Retire o saldo a qualquer momento. Rendimentos sujeitos a alterações.
4 Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.
5 As conversões são baseadas em dados de mercado obtidos em julho de 2026 e são fornecidas apenas para fins informativos. Os valores podem variar e diferir no momento da execução.
ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.


