Escrito por: Leonardo Bernini, General Manager, Brazil, ARQ Finance
Principais lições deste artigo
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As principais soluções do mercado cobram custo efetivo total entre 4% e 10%. Viajantes frequentes, freelancers, trabalhadores remotos e investidores com patrimônio fora do país sentem mais o impacto dessas tarifas ao sacar dinheiro no exterior. O ARQ trabalha com conversão de 0,5% para ativos virtuais (USDc e EURc), o que reduz de forma relevante o custo total.4
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Boas práticas como recusar conversão dinâmica, escolher ATMs de grandes bancos e sacar valores maiores em menos operações ajudam a reduzir o custo final.
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O ARQ permite converter reais para USDc e EURc com taxa de 0,5% e oferece saques gratuitos em ATM até US$ 500 por mês no plano Premium ou US$ 700 por mês no plano Prestige. Conheça o ARQ e abra sua conta em menos de 2 minutos.4
Quais são os custos envolvidos em um saque no exterior?
Um saque em caixa eletrônico no exterior costuma envolver pelo menos três camadas de custo distintas.
Taxa de conversão (spread cambial): representa a diferença entre o câmbio de mercado e a taxa aplicada pela instituição ao converter reais para a moeda local.
Tarifa do emissor do cartão: é cobrada pelo banco ou pela plataforma que emitiu o cartão.
Tarifa do operador do ATM: é cobrada pela rede ou pelo operador do caixa eletrônico, independentemente do emissor do cartão.
Tarifa de rede internacional: é um encargo adicional cobrado pelas redes Mastercard ou Visa pela liquidação de transações em moeda estrangeira.
Panorama das soluções disponíveis no mercado em 2026
O mercado brasileiro oferece hoje diversas alternativas para quem precisa sacar dinheiro no exterior. O custo efetivo total varia bastante entre elas.
Bancos tradicionais (Itaú, Bradesco, Santander,): cobram custo efetivo total em torno de 7% a 10%, com tarifas de saque em ATM cobradas separadamente. Os processos costumam ser mais burocráticos e a visualização do custo total antes da operação é limitada.4
Wise: trabalha com custo efetivo total de conversão entre 4,3% e 5%. Oferece conta multimoeda e cartão.4
Nomad: apresenta custo efetivo total entre 4,5% e 5,5%. Opera apenas em dólar, sem suporte a euro.4
C6 (conta global): cobra custo efetivo total entre 4,25% e 4,4%.4
Avenue: pratica custo efetivo total entre 4,0% e 5,45%.4
ARQ: trabalha com custo efetivo total de 0,5% na conversão de reais para ativos virtuais (USDc e EURc) e oferece saques em ATM gratuitos até US$ 500 por mês no plano Premium e até US$ 700 por mês no plano Prestige. 4
Quem deseja reduzir o impacto de tarifas entre 4% e 10% em cada conversão pode converter reais para USDc e EURc no ARQ com custo de 0,5%.4
Perfis de uso: quem mais precisa sacar dinheiro fora do país
Viajante frequente: brasileiro que visita destinos como Miami, Orlando, Lisboa ou Paris com regularidade. Cada saque em ATM gera novo spread cambial e nova tarifa de operador.
Freelancer e trabalhador remoto: profissional que recebe em dólar ou euro por plataformas como Deel, Upwork e OnTop. Esse perfil precisa acessar o saldo em moeda forte sem conversão forçada para reais.
Investidor com patrimônio no exterior: brasileiro que mantém ativos no exterior e precisa de liquidez local durante viagens.2 O custo de cada saque reduz o patrimônio acumulado ao longo do tempo.
Comprador online e assinante: pessoa que usa o cartão no exterior durante viagens e já mantém saldo em moeda ou ativos virtuais estrangeiros para assinaturas recorrentes. Esse perfil se beneficia de um cartão global que gasta diretamente do saldo, sem cobranças adicionais por transação.
Boas práticas para minimizar taxas de saque
1. Recusar sempre a conversão para reais no ATM: quando o caixa eletrônico oferece a opção de converter o valor para reais na hora, prática conhecida como conversão dinâmica de moeda, vale recusar. Operadores de ATM podem cobrar taxas separadas por saques com cartões estrangeiros mesmo quando o emissor não cobra tarifa própria, e a conversão dinâmica adiciona mais spread sobre o câmbio.
2. Escolher sempre a moeda local: ao sacar, selecionar a moeda do país onde está, como dólares nos EUA, euros na Europa ou libras no Reino Unido. Essa escolha reduz o risco de o operador do ATM aplicar uma taxa de conversão própria.
3. Preferir ATMs de grandes bancos locais: ATMs independentes próximos a aeroportos, estações de trem e pontos turísticos costumam cobrar as maiores tarifas para cartões estrangeiros. ATMs de redes bancárias estabelecidas tendem a ter custos menores.
4. Sacar valores maiores com menos frequência: tarifas fixas por operação, como US$ 3 a US$ 8 do operador do ATM, representam percentual menor sobre saques maiores. Sacar US$ 400 de uma vez costuma ser mais eficiente do que sacar US$ 100 em quatro operações.
5. Usar uma conta com saques gratuitos: a existência de limites de saque gratuito é um dos critérios mais relevantes na escolha de uma solução para saques no exterior. O ARQ oferece saques em ATM sem custo até US$ 500 por mês no plano Premium e até US$ 700 por mês no plano Prestige. Acima desses limites, aplica-se tarifa de 1% por saque.
6. Comparar o custo efetivo total, não apenas a taxa de conversão: mesmo seguindo todas as práticas anteriores, como recusar conversão dinâmica, escolher ATMs de grandes bancos e sacar valores maiores, ainda é possível pagar caro se a solução escolhida tiver spread cambial alto ou tarifas fixas elevadas. Uma solução com spread aparentemente baixo pode cobrar tarifas por saque que aumentam bastante o custo final. Por isso, o custo efetivo total é a métrica correta para comparar opções antes de viajar.
Estrutura de custos detalhada e comparação atualizada
A tabela abaixo mostra como o custo efetivo total e os limites de saque gratuito variam entre as principais soluções para brasileiros em 2026. A leitura conjunta das colunas evidencia que soluções tradicionais podem sair até 20 vezes mais caras do que o ARQ em custo efetivo total.
|
Solução |
Custo efetivo total de conversão4 |
Saque gratuito em ATM |
Suporte a EURc ou EUR |
|---|---|---|---|
|
ARQ |
0,5% |
Até US$ 500/mês (Premium) ou US$ 700/mês (Prestige) |
Sim (EURc) |
|
Wise |
4,3–5,0% |
1 saque gratuito no mês |
Sim (EUR) |
|
Nomad |
4,5–5,5% |
Saques ilimitados, mas apenas na rede MoneyPass |
Não |
|
C6 (conta global) |
4,25–4,4% |
Variável por rede de saque |
Sim (EUR) |
|
Avenue |
4,0–5,45% |
Não informado |
Sim (EUR) |
|
Bancos tradicionais |
7–10% |
Variável |
Limitado |
Dados pesquisados em maio de 2026.
O ARQ não é uma instituição financeira. O ARQ exerce atividades reguladas pelo Banco Central do Brasil por meio da Atlas Brasil.
O ARQ conta com proteção FDIC de até US$ 250.000 em depósitos nos EUA via Regent Bank, em base pass-through em caso de falência de instituições depositárias seguradas. Para que essa proteção seja aplicável, determinadas condições precisam ser atendidas. O SIPC oferece proteção de até US$ 500.000 para contas de investimento nos EUA (Wealth). Essa proteção não se aplica à conta remunerada nem a investimentos no Brasil.2,3
Quem deseja ver essa diferença de custo na prática pode abrir a conta do ARQ e começar a sacar no exterior pagando até 20 vezes menos do que com bancos tradicionais.4
Perguntas frequentes sobre saques no exterior
Qual é o custo total real de um saque em um ATM no exterior com cartão brasileiro tradicional?
O custo total costuma envolver pelo menos três componentes. O primeiro é o spread cambial aplicado pelo emissor do cartão, que em muitos casos varia entre 4% e 10%.4 O segundo é a tarifa fixa ou percentual cobrada pelo próprio emissor por operação em ATM internacional. O terceiro é a tarifa do operador do caixa eletrônico, que em máquinas independentes em zonas turísticas pode chegar a US$ 10 por saque. Em saques menores, o impacto percentual das tarifas fixas fica ainda maior.
O ARQ cobra taxa para saques em caixas eletrônicos no exterior?
A cobrança depende do plano escolhido. No plano Standard, o ARQ cobra 1% sobre o valor de cada saque em ATM. No plano Premium, com mensalidade de US$ 6,99 ou anuidade de US$ 69,99, os saques são gratuitos até US$ 500 por mês e, acima desse limite, a tarifa volta a ser de 1%. No plano Prestige, com anuidade de US$ 199, o limite gratuito sobe para US$ 700 por mês. Em todos os planos, a taxa de conversão de reais para ativos virtuais (USDc e EURc) permanece em 0,5%. O cartão global do ARQ permite gastar com o saldo em ativos virtuais (USDc e EURc), sem IOF ou spread oculto nas transações.1,4
Como abrir uma conta no ARQ para usar no exterior?
O cadastro é feito pelo app do ARQ em poucos minutos. A pessoa precisa apenas de um documento brasileiro, como RG, CNH, RNM ou passaporte, e de uma selfie. Não são necessários endereço nos EUA, número de seguridade social americano nem vínculo com instituições estrangeiras. Após a aprovação, o cartão virtual fica disponível para uso imediato via Apple Pay ou Google Pay. O cartão físico pode ser solicitado diretamente no app.1
Qual é a diferença entre taxa de conversão e tarifa de saque em ATM?
Essas cobranças têm naturezas diferentes. A taxa de conversão, também chamada de spread cambial, é o custo de transformar reais em moeda ou ativos estrangeiros ou o caminho inverso. Ela incide no momento da conversão e aparece como percentual sobre o valor convertido.
A tarifa de saque em ATM é cobrada no momento do saque físico no caixa eletrônico e pode ser fixa, como US$ 5 por operação, ou percentual. As duas podem incidir sobre o mesmo saque, o que ajuda a explicar por que o custo efetivo total fica tão alto em muitas soluções. No ARQ, a taxa de conversão é de 0,5% e os saques em ATM permanecem gratuitos até os limites mensais dos planos Premium e Prestige.4
É seguro usar o cartão global do ARQ no exterior?
O cartão global do ARQ opera na rede Mastercard, aceita em estabelecimentos e ATMs em diversos países.1 O ARQ exerce atividades reguladas pelo Banco Central do Brasil por meio da Atlas Brasil. O saldo em USDc é lastreado 1:1 por dólares americanos mantidos em conta nos EUA via Regent Bank. O app do ARQ permite bloquear e desbloquear o cartão a qualquer momento e acompanhar todas as transações em tempo real.
Conclusão: comparar o custo total para escolher a solução certa
Saques no exterior não precisam atingir aqueles 7% a 10% do valor retirado observados em soluções tradicionais. A diferença entre usar um cartão de banco tradicional e uma solução como o ARQ pode representar centenas de reais em uma única viagem e milhares de reais ao longo de um ano para quem viaja com frequência ou trabalha remotamente para clientes internacionais.4
O critério central na comparação de soluções é o custo efetivo total, que soma todos os custos envolvidos na operação, da conversão inicial até a tarifa do ATM. Uma solução que anuncia ausência de tarifa de saque pode embutir o custo no spread cambial. Outra solução com spread baixo pode cobrar tarifas fixas elevadas por operação. Avaliar apenas um componente tende a levar a decisões mais caras.
O ARQ combina taxa de conversão de 0,5% na conversão de reais para ativos virtuais (USDc e EURc) com saques gratuitos em ATM até US$ 500 por mês no plano Premium ou US$ 700 por mês no plano Prestige, conta remunerada em USDc e cartão global Mastercard para pagamentos sem IOF. Tudo fica concentrado em um único app, com abertura de conta em poucos minutos.1,3,4
Quem deseja deixar de pagar aqueles 7% a 10% por saque no exterior pode abrir a conta do ARQ agora e começar a sacar com custo efetivo total de 0,5%.4
O ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.
1 O cartão internacional é emitido por DolarApp S.A. de C.V., em contrato com a Mastercard.
2 A distribuição de valores mobiliários a investidores brasileiros é realizada pela Oslo Capital DTVM S.A., e em conformidade com a regulamentação aplicável. Os serviços da ARQ envolvem ativos virtuais. Mais informações em arqfinance.com.
3 Retire o saldo a qualquer momento. Rendimentos sujeitos a alterações.
4 As conversões são baseadas em dados de mercado obtidos em maio de 2026 e são fornecidas apenas para fins informativos. Os valores podem variar e diferir no momento da execução.
ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.


