Escrito por: Leonardo Bernini, General Manager, Brazil, ARQ Finance
Principais lições deste artigo
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ETFs americanos como VOO, VT, QQQM e SCHD oferecem diversificação imediata e custo baixo para quem está começando a investir no exterior.
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O investidor não precisa de endereço nos EUA, SSN ou ITIN. Basta abrir uma conta em plataformas como o ARQ com cadastro rápido.
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O custo efetivo total de conversão do ARQ é de 0,5%, valor menor que o de concorrentes, que costuma ficar entre 2,1% e 3,1%. Isso preserva mais capital investido.4
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Investir diretamente em ETFs americanos via ARQ permite acessar uma variedade maior de fundos e manter patrimônio em USDc ou dólares digitais fora do Brasil, diferente de alternativas como o IVVB11 na B3.1
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O ARQ oferece zero comissão, aporte mínimo de $1 e liquidação instantânea, o que facilita o primeiro passo para brasileiros que desejam investir em ETFs americanos.1
Abra sua conta e comece a investir em ETFs americanos
O que são ETFs americanos e por que eles fazem sentido para quem está começando?
Uma ação representa uma fração de uma empresa. Um ETF é uma cesta de empresas negociada como uma ação. Ao comprar uma cota do VOO, por exemplo, o investidor passa a ter exposição às 500 maiores empresas dos EUA de uma só vez, sem precisar comprar cada papel individualmente.
O investidor brasileiro não precisa de endereço nos EUA, SSN ou ITIN para começar a investir em ETFs americanos. Plataformas como o ARQ permitem abrir conta com documento brasileiro, como RG, CNH, RNM ou passaporte, e uma selfie, em um processo rápido.
Entenda o papel de cada ETF antes de escolher o ticker
A escolha do ETF deve partir da função que ele cumpre na carteira, e não da fama do ticker ou do que aparece nas redes sociais. Os quatro ETFs abaixo cobrem funções principais para quem está montando uma carteira internacional do zero.
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VOO — Vanguard S&P 500 ETF: replica o índice S&P 500, composto pelas 500 maiores empresas listadas nas bolsas americanas. Tem taxa de administração de 0,03% ao ano. Papel na carteira: núcleo, com exposição ampla ao mercado americano.
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VT — Vanguard Total World Stock ETF: replica o índice FTSE Global All Cap, com exposição global a ações de países desenvolvidos e emergentes, incluindo EUA, Europa e Ásia. Tem taxa de administração de 0,06% ao ano. Papel na carteira: diversificação global em um único fundo.
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QQQM — Invesco NASDAQ 100 ETF: replica o índice Nasdaq-100, composto pelas 100 maiores empresas não financeiras listadas na Nasdaq, com forte concentração em tecnologia. Cobra taxa de administração menor do que o QQQ, seu equivalente mais antigo. Papel na carteira: crescimento e tecnologia.
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SCHD — Schwab US Dividend Equity ETF: foca em empresas americanas com histórico consistente de pagamento de dividendos. Utiliza USD, não USDc. Papel na carteira: renda via dividendos para quem busca fluxo recorrente.
Esses quatro ETFs se complementam. VOO e VT formam o núcleo da carteira, enquanto QQQM e SCHD adicionam camadas de crescimento e renda. A lógica de montagem é simples: comece pelo núcleo e só depois adicione as camadas, conforme o objetivo e o horizonte de investimento.

Os melhores ETFs americanos que pagam dividendos
O SCHD é um dos ETFs de dividendos mais citados entre investidores de longo prazo. Ele seleciona empresas com pelo menos dez anos consecutivos de pagamento de dividendos e aplica filtros de qualidade financeira. Para quem está começando, vale entender que os dividendos recebidos de ETFs americanos podem sofrer retenção de até 30% nos EUA antes de chegar à conta do investidor brasileiro, podendo ser reduzida conforme tratado fiscal aplicável, ponto detalhado na seção sobre tributação.
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O custo de conversão de reais para ativos virtuais lastreados em moeda forte começa a atuar antes de qualquer investimento. Esse custo varia muito entre plataformas e determina quanto do dinheiro chega de fato ao mercado.
No contexto de investimentos, o ARQ tem custo efetivo total de 0,5% na conversão.4 Plataformas concorrentes costumam cobrar entre 2,1% e 3,1% no mesmo contexto.4 A diferença em percentual parece pequena, mas em reais se torna relevante, especialmente para quem começa com aportes menores.

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Plataforma |
Custo de conversão para moedas ou ativos virtuais estrangeiros (investimentos)4 |
Comissão por operação4 |
Investimento mínimo1 |
|---|---|---|---|
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ARQ |
0,5% |
Zero |
$1 |
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Concorrentes |
2,1% a 3,1% |
Varia, por exemplo, $2,50 por operação em algumas plataformas |
Varia |
Dados pesquisados em setembro de 2026.
Em um aporte de R$ 1.000, a diferença prática é a seguinte: com 0,5% de custo efetivo total no ARQ, chegam investidos aproximadamente R$ 995. Com 2,1%, chegam investidos cerca de R$ 979. Com 3,1%, chegam investidos cerca de R$ 969. Embora a diferença de R$ 16 a R$ 26 em um único aporte pareça pequena, ao longo de anos de aportes regulares o efeito acumulado sobre o patrimônio se torna relevante.4
O ARQ é uma solução competitiva para o investidor brasileiro iniciante. A conversão tem custo efetivo total de 0,5%, não há comissão em ações e ETFs americanos, o aporte mínimo é de $1 e a liquidação é instantânea. O cadastro leva poucos minutos e exige apenas RG, CNH, RNM ou passaporte e uma selfie.1,4

Veja os custos e abra sua conta no ARQ
Decida entre investir direto nos EUA ou pela B3 com o IVVB11
O investidor brasileiro tem dois caminhos principais para acessar o mercado americano. O primeiro é investir diretamente em ETFs listados nos EUA. O segundo é comprar ativos equivalentes na B3, como o IVVB11, um ETF brasileiro que replica o S&P 500 e é negociado em reais.
BDR (Brazilian Depositary Receipt) é um ativo negociado na B3 que representa, de forma indireta, um ativo estrangeiro, como uma ação ou cota de ETF americano. O IVVB11 é um ETF brasileiro, não um BDR, mas para o investidor o efeito é similar: ele permite exposição ao S&P 500 sem abrir conta no exterior.
A tabela abaixo compara os dois caminhos.
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Critério |
ETF americano direto (ex.: VOO via ARQ) |
ETF na B3 (ex.: IVVB11) |
|---|---|---|
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Acesso |
Conta em plataforma como o ARQ, sem vínculo com EUA |
Conta em corretora brasileira, operação na B3 |
|
Custo de conversão para moedas ou ativos virtuais estrangeiros |
0,5% no ARQ |
Não há conversão, operação em reais |
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Taxa de administração |
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Variedade de ETFs |
Acesso a todos os ETFs listados nos EUA |
Limitado aos ETFs disponíveis na B3 |
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Exposição cambial |
Patrimônio mantido em USDc ou dólares digitais fora do Brasil |
Exposição cambial indireta, patrimônio em reais na B3 |
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Simplicidade operacional |
App do ARQ, liquidação instantânea |
Home broker, liquidação em D+2 |
Dados pesquisados em setembro de 2026.
Para quem está começando com aportes menores e busca simplicidade, o IVVB11 na B3 é uma opção válida. Para quem quer manter patrimônio em USDc ou dólares digitais fora do Brasil, acessar uma variedade maior de ETFs e reduzir o custo total, o caminho direto via ARQ tende a ser mais eficiente.
Quais são os melhores ETFs americanos na bolsa brasileira?
O IVVB11 é o ETF brasileiro mais líquido que replica o S&P 500, gerido pela BlackRock Brasil com taxa de administração de 0,23% ao ano. Os dividendos das empresas do índice são reinvestidos automaticamente no patrimônio do fundo, então o investidor não recebe dividendos em conta. Alternativas na B3 incluem o SPXI11, com taxa de 0,21% ao ano, e o SPXB11, com taxa de 0,20% ao ano, com desempenho muito próximo ao IVVB11, mas com liquidez menor.
Entenda a retenção de 30% sobre dividendos de ETFs americanos
Investidores brasileiros não residentes nos EUA estão sujeitos a uma retenção de até 30% sobre dividendos pagos por ETFs americanos, podendo ser reduzida conforme tratado fiscal aplicável. O Brasil não possui tratado de bitributação em vigor com os EUA, o que faz com que a alíquota cheia de 30% tenda a se aplicar, sem redução por tratado.
Na prática, se um ETF como o SCHD pagar US$ 100 em dividendos, o investidor brasileiro recebe aproximadamente US$ 70, considerando a retenção de 30% aplicável ao Brasil, que pode ser reduzida conforme tratado fiscal. Os outros US$ 30 ficam retidos pelo governo americano antes de o valor chegar à conta.
Para quem escolhe entre ETFs de acumulação, como o VOO, que reinveste dividendos, e ETFs de distribuição, como o SCHD, essa retenção se torna um fator relevante. ETFs americanos são distributivos por construção tributária, pois para manter o regime fiscal americano os fundos precisam distribuir ao menos 90% da renda líquida aos cotistas. Por isso, mesmo ETFs como o VOO pagam dividendos trimestralmente, e a retenção de 30% incide sobre cada distribuição.
O impacto prático para quem escolhe o SCHD como ETF de renda é direto. O rendimento efetivo dos dividendos sofre redução de 30% antes de qualquer consideração sobre retorno total.
Entenda o potencial de retorno antes de investir
Depois de avaliar custos e tributação, vale olhar o histórico de retorno para ter referência de cenário, sempre com cautela. O S&P 500 apresentou retorno anualizado de aproximadamente 11,2% ao ano em dólares no período de 1992 a 2026, com dividendos reinvestidos, cotação que também é refletida em ativos virtuais lastreados na moeda, como o dólar digital (USDc).3 Em reais, o retorno histórico foi maior por conta da desvalorização do real, com aproximadamente 18,8% ao ano nos últimos 10 anos (2016–2025), em cálculos que combinam o retorno do índice em dólares com a variação da PTAX.3
O cenário abaixo ilustra o efeito de um aporte único ao longo do tempo.
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Aporte inicial: R$ 1.000
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Retorno anual hipotético em reais: 10% ao ano, abaixo da média histórica, para ser conservador
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Após 10 anos: aproximadamente R$ 2.594
Esses números servem apenas como ilustração, com base em retornos históricos do S&P 500. Rentabilidade passada não indica rentabilidade futura. O S&P 500 já registrou quedas expressivas, como -23,46% em reais em 2022. O resultado real depende do período de investimento, do câmbio e dos custos envolvidos.
Agora que você entende custos, tributação e potencial de retorno, o próximo passo é colocar o primeiro aporte em prática.
Como investir em ETF americano no Brasil: o primeiro aporte em 6 passos
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Abra sua conta no ARQ: baixe o app do ARQ, insira seus dados pessoais, envie foto do seu RG, CNH, RNM ou passaporte e tire uma selfie. O cadastro é rápido e não exige endereço nos EUA, SSN ou ITIN.
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Adicione saldo via Pix: deposite reais diretamente pelo app do ARQ usando Pix. O saldo aparece na conta do ARQ imediatamente.
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Converta para USDc: no app do ARQ, escolha o valor em reais que deseja converter para USDc ou dólares digitais. O custo efetivo total é de 0,5%, visível antes de confirmar a operação.
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Escolha o ETF: pesquise o ticker no app, como VOO, VT, QQQM, SCHD ou qualquer outro ETF americano disponível, e defina o valor que deseja investir. O investimento mínimo é de $1.
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Confirme o aporte: a operação é liquidada de forma instantânea. Não há comissão por operação.
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Evite erros comuns: diversifique em vez de concentrar todo o aporte em um único ETF temático, mantenha disciplina em vez de tentar cronometrar o mercado e considere sempre o custo de conversão ao comparar plataformas, pois ele define quanto do dinheiro chega investido.
Siga o passo a passo e faça seu primeiro aporte em ETFs
Perguntas frequentes
Os ETFs têm IOF?
No ARQ, o cartão global permite pagamentos sem IOF ao gastar do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira.5 O contexto de IOF é específico para pagamentos e cartão. O ARQ oferece cartão sem IOF para quem já tem saldo em USDc ou dólares digitais na conta.
Os ETFs pagam dividendos?
O pagamento de dividendos depende do ETF. ETFs americanos como o VOO e o SCHD distribuem dividendos periodicamente aos cotistas, no caso do VOO, de forma trimestral. Já o IVVB11, negociado na B3, reinveste os dividendos automaticamente no patrimônio do fundo, sem distribuição direta ao investidor. Como explicado na seção sobre retenção, os dividendos de ETFs americanos podem chegar com retenção de até 30% nos EUA, podendo ser reduzida conforme tratado fiscal aplicável.
Qual a diferença entre ETFs e ações?
Uma ação representa uma fração de uma única empresa. Um ETF é uma cesta de ativos, como ações, títulos ou outros instrumentos, negociada como uma ação em bolsa. Ao comprar uma cota do VOO, o investidor passa a ter exposição às 500 maiores empresas dos EUA de uma só vez, com uma única ordem de compra. ETFs oferecem diversificação imediata e, em geral, custos menores do que montar uma carteira de ações individualmente.
Quais são os melhores ETFs americanos na Bolsa Brasileira?
O IVVB11 é o ETF brasileiro mais líquido com exposição ao S&P 500, gerido pela BlackRock Brasil com taxa de administração de 0,23% ao ano. Alternativas incluem o SPXI11, com taxa de 0,21% ao ano, e o SPXB11, com taxa de 0,20% ao ano. Os três reinvestem dividendos automaticamente e são negociados em reais na B3, sem necessidade de conta no exterior. Para quem quer acesso a uma variedade maior de ETFs e manter patrimônio em USDc ou dólares digitais fora do Brasil, o investimento direto via ARQ é mais abrangente.
É obrigatório ter conta nos EUA para investir em ETFs americanos?
Não é obrigatório ter conta em instituição americana. O ARQ permite ao investidor brasileiro comprar ETFs americanos diretamente pelo app, sem necessidade de endereço nos EUA, SSN ou ITIN. O cadastro exige apenas documento brasileiro, como RG, CNH, RNM ou passaporte, e uma selfie, em um processo rápido.
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Conclusão: o próximo passo da sua carteira
Para o investidor brasileiro iniciante, os ETFs que fazem mais sentido como ponto de partida são o VOO, como núcleo com exposição ao S&P 500, e o VT, para diversificação global. O QQQM adiciona crescimento e tecnologia, e o SCHD oferece renda via dividendos, com a ressalva da retenção de 30% nos EUA sobre cada distribuição.
O caminho de acesso importa tanto quanto o ticker escolhido. O ARQ tem custo efetivo total de 0,5% na conversão, zero comissão em ações e ETFs, aporte mínimo de $1 e liquidação instantânea. Com isso, entrega mais capital investido do que plataformas cujo custo efetivo total em investimentos costuma ficar entre 2,1% e 3,1%. Para quem prefere operar na B3 em reais, o IVVB11 é uma alternativa líquida com exposição ao S&P 500.4
Custos, taxas de administração e condições de plataformas mudam com frequência. Revise os números periodicamente antes de cada aporte relevante.
O ARQ não é uma instituição financeira. O ARQ exerce atividades reguladas pelo Banco Central do Brasil, por meio da Atlas Brasil.
O SIPC é uma proteção de até US$ 500.000 para contas de investimento nos EUA (Wealth). Essa proteção não se aplica à conta remunerada e aos investimentos no Brasil.
O ARQ tem seguro FDIC de até US$ 250.000 em depósitos nos EUA via Regent Bank, em base pass-through em caso de falência de instituições depositárias seguradas. Para que o seguro seja aplicável, determinadas condições devem ser atendidas.
Abra sua conta do ARQ e dê o próximo passo na sua carteira internacional
1 A distribuição de valores mobiliários a investidores brasileiros é realizada pela Oslo Capital DTVM S.A., e em conformidade com a regulamentação aplicável. Os serviços da ARQ envolvem ativos virtuais. Mais informações em arqfinance.com.
2 Retire o saldo a qualquer momento. Rendimentos sujeitos a alterações.
3 Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.
4 As conversões são baseadas em dados de mercado obtidos em agosto de 2026 e são fornecidas apenas para fins informativos. Os valores podem variar e diferir no momento da execução.
5 O cartão internacional é emitido por DolarApp S.A. de C.V., em contrato com a Mastercard.
ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.


