Escrito por: Leonardo Bernini, General Manager, Brazil, ARQ Finance
Principais lições deste artigo
-
O custo efetivo total de cada transação internacional é o critério central para quem viaja com frequência aos EUA ou à Europa em 2026.
-
Cartões tradicionais e contas globais cobram entre 4% e 10% de spread cambial, enquanto o ARQ oferece conversão com custo efetivo total de 0,5%.1,3
-
Ter suporte nativo a EURc é essencial em viagens à Europa, porque evita conversões duplas e custos adicionais.
-
O ARQ combina conversão barata, rendimento de até 4,5% ao ano sobre o saldo em USDc e transparência total antes de cada operação.
-
Para economizar em todas as viagens, abra sua conta no ARQ.
Por que o custo efetivo total virou prioridade em 2026
O custo efetivo total de uma transação internacional reúne o spread cambial aplicado pela instituição sobre a taxa de referência do Banco Central, mais eventuais tarifas fixas e encargos recorrentes. O spread de varejo reflete custos operacionais, hedge cambial e margem de lucro. Para quem viaja com frequência, esse percentual se repete em cada compra, em cada saque e em cada recarga de conta.
O uso de cartões multimoeda e contas globais pode reduzir de 5% a 12% o custo total da viagem. Em quatro viagens anuais, essa diferença representa um valor expressivo. A escolha do produto financeiro adequado passa a ser um componente direto da economia do viajante.
Visão geral do mercado brasileiro de cartões internacionais
Para identificar onde estão as maiores oportunidades de economia, é preciso mapear o cenário atual. O mercado brasileiro oferece hoje uma variedade de soluções para gastos internacionais, com custos e estruturas bastante distintos:
-
Bancos tradicionais: cobram custo efetivo total de 7% a 10%.3
-
Nomad: custo efetivo total de 4,5% a 5,5%, com operação apenas em dólar, sem suporte ao euro.3
-
C6 Global: custo efetivo total de 4,25% a 4,4%, com conta em dólar e euro.3
-
Wise: usa taxa de conversão próxima à taxa de mercado, com custo efetivo total competitivo.3
-
Avenue: custo efetivo total de 4,0% a 5,45% na conta internacional e de 1,6% a 3,05% na conta de investimento.3
-
Inter Global: custo efetivo total de 4,3% a 4,5%.3
-
ARQ: custo efetivo total de 0,5% na conversão, sem spread oculto ao gastar do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira.3
O ARQ não é uma instituição financeira. O ARQ exerce atividades reguladas pelo Banco Central do Brasil por meio da Atlas Brasil.
Perfis de uso do viajante frequente
Com o panorama de custos mapeado, fica claro que as diferenças entre provedores são significativas. Para escolher a solução mais adequada, o viajante precisa alinhar esses custos às próprias necessidades.
O viajante frequente das classes A, B1 e B2 enfrenta três dores principais ao usar cartões internacionais:
-
Falta de transparência: o custo real da compra no exterior aparece apenas na fatura, semanas depois da transação.
-
Custo elevado e recorrente: cada compra, saque ou envio carrega o spread embutido, invisível no momento do gasto.
-
Ausência de rendimento sobre o saldo: dinheiro parado em conta internacional, em grande parte das soluções, não rende.
Em viagens aos EUA, a prioridade é ter um cartão amplamente aceito, com custo de conversão baixo e sem surpresas na fatura.1 Em viagens à Europa, o suporte a euro se torna fator eliminatório. Soluções que operam apenas em dólar obrigam o viajante a uma conversão dupla, de real para dólar e depois para euro, o que eleva o custo efetivo total.
O ARQ oferece suporte nativo a EURc, com conversão direta de reais para EURc e custo efetivo total de 0,5%.1 A Wise também oferece suporte a EUR, com custo efetivo total entre 4,3% e 5,5%. A Nomad não opera em euro.
Critérios de decisão para escolher o cartão
O viajante frequente toma uma boa decisão quando avalia critérios objetivos e comparáveis entre provedores:
-
Custo efetivo total: soma de spread e encargos, visível antes da conversão.
-
Transparência: exibição da taxa de conversão antes de confirmar a operação.
-
Rendimento em conta remunerada internacional: possibilidade de o saldo parado render enquanto não é usado.2
-
Rede Mastercard ou Visa: aceitação global em estabelecimentos e caixas eletrônicos.
-
Suporte a EURc ou EUR: requisito para viagens à Europa sem conversão dupla.
-
Pagamento sem IOF: ao gastar do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira, sem encargos adicionais por transação.
Tabela comparativa de custo efetivo total 20263
|
Provedor |
Custo efetivo total (conversão) |
Suporte a EURc ou EUR |
Rendimento em conta remunerada internacional |
|---|---|---|---|
|
ARQ |
Sim (EURc) |
Até 4,5% ao ano em USDc (varia por plano) |
|
|
Wise |
4,3%–5,5% |
Sim (EUR) |
Sim, em USD pelo Rende+ |
|
C6 Global |
Sim (EUR) |
Não |
|
|
Nomad |
4,5%–5,5% |
Não |
Não |
|
Avenue |
Sim (EUR) |
Não |
|
|
Inter Global |
4,3%–4,5% |
Sim (EUR) |
Não |
|
Bancos tradicionais |
Limitado |
Não |
Dados pesquisados em julho de 2026. Taxas e condições podem ser alteradas pelos provedores.
Recomendações por destino
Viagem aos EUA, simulação com R$ 20.000 em gastos totais:
-
Com bancos tradicionais, que têm custo efetivo total mais elevado, o custo adicional sobre o valor convertido é significativo.
-
Com a Nomad ou a Wise, que cobram custo efetivo total intermediário, esse custo adicional cai, mas ainda representa impacto relevante.
-
Com o ARQ, que aplica a taxa de 0,5% mencionada anteriormente, o custo adicional é de R$ 100, e o saldo em USDc (dólar digital, cotação que também é refletida em ativos virtuais lastreados na moeda, como o dólar digital) pode render até 4,5% ao ano enquanto não é utilizado.
Viagem à Europa, simulação com R$ 20.000 em gastos totais:
-
Com a Nomad, que não oferece suporte a euro, a conversão dupla de real para dólar e depois para euro aumenta o custo efetivo total.
-
Com a Wise ou o C6 Global, que oferecem suporte a EUR com custo efetivo total competitivo, o custo adicional é menor que o dos bancos tradicionais, mas ainda relevante.
-
Com o ARQ, que oferece suporte a EURc com a mesma taxa de 0,5%, o custo adicional é de R$ 100, com conversão direta de reais para EURc.
O ARQ e a Wise são as únicas soluções da lista que oferecem rendimento em conta remunerada internacional.2 O ARQ oferece rendimento em USDc, e a Wise oferece rendimento em USD pelo Rende+. Os demais provedores não oferecem essa funcionalidade.
Abra sua conta no ARQ e comece a economizar em cada viagem internacional.
Como funciona o cartão global do ARQ?
O ARQ permite depositar reais via Pix e converter para ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira, em USDc ou EURc, com custo efetivo total de 0,5%. A taxa de conversão aparece antes da confirmação da operação, com total clareza. Ao gastar do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira pelo cartão global Mastercard, o pagamento ocorre sem IOF ou spread oculto por transação.
O cartão virtual fica disponível logo após o cadastro e é compatível com Apple Pay e Google Pay. O cartão físico pode ser solicitado pelo app do ARQ e funciona em qualquer estabelecimento que aceite Mastercard no Brasil, no exterior e em compras online.
O saldo em USDc pode ser aplicado na conta remunerada do ARQ, com rendimento de até 4,5% ao ano, de acordo com o plano, e liquidez diária. Os rendimentos podem variar ao longo do tempo.
O cadastro leva menos de 2 minutos e exige RG ou CNH, ou RNM ou passaporte, além de uma selfie. Não há necessidade de endereço nos EUA, SSN ou ITIN.
O ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e podem envolver riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.
Perguntas frequentes
Qual o melhor cartão para usar nos EUA?
Para viajantes frequentes que buscam o menor custo efetivo total, o cartão global do ARQ se destaca como a opção mais competitiva do mercado brasileiro em 2026. Com a taxa de conversão do ARQ, o custo pode ser até 20 vezes menor que o de bancos tradicionais, que ficam entre 8,7% e 10,8%, e menor que o de contas globais como a Nomad e a Wise, que operam na faixa de 4,3% a 5,5%. O cartão global Mastercard do ARQ é aceito em qualquer estabelecimento da rede Mastercard nos EUA, e o pagamento ocorre sem IOF ao gastar do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira. O saldo em USDc ainda pode render até 4,5% ao ano enquanto não é utilizado.
É melhor a Nomad ou a Wise para a Europa?
Para viagens à Europa, a Wise oferece vantagem em relação à Nomad porque a Nomad opera exclusivamente em dólar e não oferece suporte a euro, o que gera conversão dupla ao gastar em euros. A Wise oferece suporte a EUR, com custo efetivo total entre 4,3% e 5,5%, e rendimento em USD pelo Rende+. O ARQ, porém, oferece suporte nativo a EURc com taxa de 0,5%, conversão direta de reais para EURc e rendimento em USDc sobre o saldo não utilizado.
Qual o cartão com menor custo efetivo total para viagens frequentes?
O ARQ mantém a menor taxa do mercado brasileiro para conversão de reais em moeda estrangeira. Nenhum dos concorrentes diretos, como Nomad, Wise, C6 Global, Avenue e Inter Global, se aproxima desse patamar na conversão de reais. Bancos tradicionais permanecem na faixa de 8,7% a 10,8%. Para quem viaja quatro ou mais vezes por ano, a diferença acumulada ao longo de 12 meses representa economia relevante. Além do custo de conversão, o ARQ oferece pagamento sem IOF ao gastar do saldo em ativos virtuais lastreados em moeda estrangeira, rendimento em conta remunerada em USDc e suporte a EURc para viagens à Europa, tudo em um único app.
Conclusão
Em 2026, o critério mais relevante para escolher um cartão internacional é o custo efetivo total, e não o design ou o programa de pontos. Para viajantes frequentes das classes A, B1 e B2, a diferença entre pagar 0,5% e pagar 9% em cada conversão pode chegar a milhares de reais ao longo do ano. A comparação entre as principais soluções do mercado brasileiro mostra que o ARQ combina menor custo efetivo total, suporte a EURc para viagens à Europa, rendimento em conta remunerada em USDc e transparência antes de cada operação.
1 O cartão internacional é emitido por DolarApp S.A. de C.V., em contrato com a Mastercard.
2 Retire o saldo a qualquer momento. Rendimentos sujeitos a alterações.
3 As conversões são baseadas em dados de mercado obtidos em julho de 2026 e são fornecidas apenas para fins informativos. Os valores podem variar e diferir no momento da execução.
4 A distribuição de valores mobiliários a investidores brasileiros é realizada pela Oslo Capital DTVM S.A., e em conformidade com a regulamentação aplicável. Os serviços da ARQ envolvem ativos virtuais. Mais informações em arqfinance.com.
ARQ não é uma instituição financeira. As operações envolvem ativos virtuais e estão sujeitas a riscos. Leia atentamente os Termos e Condições.


